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Tatu-canastra grávida é registrada pela primeira vez em área monitorada em MS

Imagem rara: tatu-canastra grávida é identificada pela primeira vez em projeto Uma tatu-canastra grávida foi registrada pela primeira vez em uma área monito...

Tatu-canastra grávida é registrada pela primeira vez em área monitorada em MS
Tatu-canastra grávida é registrada pela primeira vez em área monitorada em MS (Foto: Reprodução)

Imagem rara: tatu-canastra grávida é identificada pela primeira vez em projeto Uma tatu-canastra grávida foi registrada pela primeira vez em uma área monitorada em Mato Grosso do Sul. A descoberta inédita foi feita pelo Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), por meio do projeto Canastras e Eucaliptos, e representa um avanço importante nos estudos sobre a reprodução da espécie no Cerrado sul-mato-grossense. O animal é uma fêmea adulta, com cerca de 37 quilos e 1,52 metro de comprimento. A gestação foi confirmada após a realização de um exame de ultrassom. Esse é o primeiro registro de gravidez entre os animais acompanhados pelo projeto. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A toca da fêmea fica em uma área monitorada e, segundo os pesquisadores, ela tem mais de nove anos de idade. Há indícios de que o animal já tenha tido pelo menos um filhote anteriormente, o que ajuda a ampliar o conhecimento sobre o comportamento reprodutivo da espécie, conhecida cientificamente como Priodontes maximus. Além da avaliação clínica feita por veterinários, a tatu recebeu um transmissor de GPS, que permitirá acompanhar seus deslocamentos. Também foi instalada uma câmera próxima à toca para monitoramento remoto e coleta de dados que podem contribuir para estratégias de conservação. Monitoramento e preservação O projeto Canastras e Eucaliptos teve início em abril de 2024 e reúne ações contínuas de monitoramento da fauna, reconhecimento de áreas e uso de câmeras com sensores de movimento. O objetivo é entender melhor o comportamento do tatu-canastra em diferentes tipos de ambiente e apoiar medidas de preservação. Segundo o biólogo Gabriel Massocato, o registro reforça a importância do trabalho realizado. “Esse tipo de descoberta mostra que a espécie consegue viver em áreas onde há interação entre ambientes naturais e modificados, o que ajuda a orientar ações mais eficazes de conservação”, explicou. Além do tatu-canastra, as câmeras instaladas pelo projeto já registraram outras espécies nativas, como queixada, cateto, anta, tamanduá, irara e onça-parda. Os registros reforçam a riqueza ambiental de Mato Grosso do Sul e a importância de iniciativas voltadas à preservação da biodiversidade. Imagem rara: tatu-canastra grávida é identificada pela primeira vez em projeto, em MS ICAS Veja vídeos de Mato Grosso do Sul: