Operação prende sargento suspeito de envolvimento na morte de policial em Tefé
Cabo da Polícia Militar Ironei Nogueira Gonçalves morto em Tefé. Foto: Reprodução/Redes Sociais O primeiro sargento Antônio Raimundo da Costa Freitas, de ...
Cabo da Polícia Militar Ironei Nogueira Gonçalves morto em Tefé. Foto: Reprodução/Redes Sociais O primeiro sargento Antônio Raimundo da Costa Freitas, de 48 anos, foi preso na sexta-feira (20) durante uma operação da Polícia Militar em Tefé. Ele é suspeito de envolvimento na morte do cabo Ironei Nogueira Gonçalves, em fevereiro deste ano. A ação teve como objetivo cumprir mandados de prisão contra investigados pelo crime. Outros dois suspeitos seguem foragidos. Segundo a Polícia Militar, a operação faz parte das investigações sobre a morte do cabo Ironei. O policial foi deixado já sem vida na entrada do Hospital Regional de Tefé. Equipes do 3º Batalhão foram acionadas e confirmaram o óbito no local. A operação, chamada “Disciplina e Ordem”, foi realizada pelo 3º Batalhão da Polícia Militar, com apoio da Polícia Civil. Durante a ação, o policial foi localizado em casa, onde recebeu voz de prisão e foi levado ao 5º Distrito Integrado de Polícia. Os detalhes sobre a participação do sargento no crime não foram divulgados. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp Na residência do suspeito, os policiais apreenderam um colete balístico com placa, uma pistola calibre 9 milímetros com 33 munições, três carregadores, uma algema, uma chave de algema e uma identidade militar. Veja os vídeos que estão em alta no g1 As investigações apontaram a participação de outros suspeitos no crime. O cabo Amos Lima, apontado como autor da morte, teve a prisão decretada, mas ainda não foi localizado. Já o tenente Doglas Jorge da Silva também é investigado por envolvimento e segue foragido. Em nota enviada na época do crime, a Polícia Militar lamentou a morte do cabo Ironei Nogueira Gonçalves, prestou solidariedade à família e declarou que não admite práticas criminosas entre seus integrantes. "Dessa forma, se comprovando o envolvimento dos agentes no crime, os mesmos responderão com o mesmo rigor da lei que é aplicado a qualquer cidadão, tanto na esfera criminal, quanto na administrativa, onde a corporação já acompanha o caso para possível abertura de procedimento administrativo", diz trecho da nota. LEIA TAMBÉM: Carro com vestígios de sangue é apreendido em investigação da morte de cabo da PM no interior do Amazonas