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Índice de infestação de Aedes aegypti em imóveis se aproxima de 5% e acende alerta de alto risco, em Campina Grande

Índice de infestação de Aedes aegypti em imóveis se aproxima de 5% e acende alerta de alto risco, em Campina Grande Reprodução/RBS TV O índice de infesta...

Índice de infestação de Aedes aegypti em imóveis se aproxima de 5% e acende alerta de alto risco, em Campina Grande
Índice de infestação de Aedes aegypti em imóveis se aproxima de 5% e acende alerta de alto risco, em Campina Grande (Foto: Reprodução)

Índice de infestação de Aedes aegypti em imóveis se aproxima de 5% e acende alerta de alto risco, em Campina Grande Reprodução/RBS TV O índice de infestação de aedes aegypti em residências de Campina Grande chegou a 4,7%, de acordo com um levantamento feito pela Secretaria Municipal de Saúde e divulgado nesta segunda-feira (27). De acordo com a prefeitura, esse número é considerado de alto risco para a proliferação de dengue, zika e chikungunya. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp O nível de risco é definido a partir do Índice de Infestação Predial (IIP), que indica a porcentagem de imóveis com larvas do mosquito Aedes aegypti em relação ao total vistoriado. São considerados de baixo risco os índices abaixo de 1,0%; de médio risco, entre 1,0% e 3,9%; e de alto risco, aqueles iguais ou acima de 4,0%. Esse levantamento, denominado de "Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026", levou em conta dados coletados entre os dias 23 e 27 de março, em inspeção de 9.130 imóveis, em 63 bairros da cidade. Do total de bairros da cidade, 33 localidades foram classificadas como em alto risco, com os maiores índices registrados nos bairros Malvinas (9,4%), Velame (9,1%), Palmeira Imperial (9,1%) e o bairro das Cidades (9,1%). Por outro lado, os menores índices foram nos bairros José Pinheiro, Mirante, Monte Castelo e Ronaldo Cunha Lima, com 1,6%, mas ainda assim esse número é classificado como médio risco. Conforme a Secretária de Saúde de Campina Grande, esses números já eram esperados devido ao período chuvoso, que favorece o acúmulo de água e a formação de criadouros do mosquito. A Vigilância Ambiental da cidade afirmou que os bairros com índices mais elevados já estão recebendo uma maior atenção no enfrentamento a proliferação do mosquito. As ações incluem vistorias diárias, eliminação de criadouros e orientação à população, realizadas por agentes de combate a endemias e pela equipe de educação em saúde. Vídeos em alta no g1 Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba