cover
Tocando Agora:

Enxame de abelhas africanizadas suspende aulas da Universidade Estadual de RR em Boa Vista

As abelhas africanizadas foram criadas a partir do cruzamento entre as abelhas africanas e europeias. Getty Images/Arquivo Um enxame de abelhas africanizadas, c...

Enxame de abelhas africanizadas suspende aulas da Universidade Estadual de RR em Boa Vista
Enxame de abelhas africanizadas suspende aulas da Universidade Estadual de RR em Boa Vista (Foto: Reprodução)

As abelhas africanizadas foram criadas a partir do cruzamento entre as abelhas africanas e europeias. Getty Images/Arquivo Um enxame de abelhas africanizadas, conhecidas como "abelhas assassinas", suspendeu as atividades acadêmicas do período da tarde e da noite da Universidade Estadual de Roraima (UERR), nesta sexta-feira (17), em Boa Vista, no bairro Canarinho. A interrupção foi adotada como medida de segurança, devido ao risco de ataques. Um memorando-circular assinado pelo diretor do campus, Walter Eduardo Ferreira Parente, informa que o enxame representa risco à integridade física da comunidade acadêmica. Segundo o documento, o Corpo de Bombeiros fará a remoção do enxame às 18h. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 RR no WhatsApp 🐝 Conhecidas como "abelhas assassinas", as abelhas africanizadas surgiram do cruzamento entre a abelha africana Apis mellifera scutellata a europeia Apis mellifera. Elas têm esse apelido por serem consideradas mais defensivas e atacam em grupo quando se sentem ameaçadas. De acordo com o documento, a presença de pessoas nas proximidades pode agitar o enxame e aumentar o risco de ataques. Por isso, as atividades acadêmicas foram suspensas, com liberação antecipada dos alunos. Veja os vídeos que estão em alta no g1 LEIA TAMBÉM: 'Abelhas assassinas' atacam crianças no Jardim Primavera, em Boa Vista Como brasileiro criou 'abelhas assassinas' por acidente e revolucionou a apicultura Ataque de abelhas Em fevereiro, três crianças foram atacadas por abelhas africanizadas no bairro Jardim Primavera, zona Oeste de Boa Vista. As vítimas sofreram picadas no corpo, principalmente nas cabeças e nas mãos. Diferentemente de outras abelhas, que picam uma ou poucas vezes, as africanizadas perseguem a ameaça por longas distâncias, atacando em grandes números. O veneno (apitoxina) em si tem uma toxicidade semelhante ao de outras abelhas melíferas, mas a quantidade de veneno inoculada por centenas ou milhares de picadas simultâneas pode levar a uma síndrome de envenenamento grave e até à morte, mesmo em pessoas não alérgicas. Universidade Estadual de Roraima (UERR), campus Boa Vista UERR/Divulgação Leia outras notícias do estado no g1 Roraima.