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Ato que pede Justiça pelo cão Orelha leva manifestantes para Feira Hippie, em BH

Caso do Cão Orelha mobilizou protestos em várias cidades do Brasil, incluindo Belo Horizonte Divulgação A Feira Hippie, em Belo Horizonte, foi tomada, neste...

Ato que pede Justiça pelo cão Orelha leva manifestantes para Feira Hippie, em BH
Ato que pede Justiça pelo cão Orelha leva manifestantes para Feira Hippie, em BH (Foto: Reprodução)

Caso do Cão Orelha mobilizou protestos em várias cidades do Brasil, incluindo Belo Horizonte Divulgação A Feira Hippie, em Belo Horizonte, foi tomada, neste domingo (1°), por manifestantes que pediam justiça nas investigações que apuram as agressões que levaram à morte do cão Orelha, animal comunitário vítima de maus-tratos no começo de janeiro na região de Praia Brava, na capital catarinense. A passeata pediu, ainda, penas mais duras para o crime de maus-tratos. Portando cartazes com dizeres como “ninguém solta a orelha de ninguém” e “justiça pelo Orelha”, manifestantes percorreram a Avenida Afonso Pena, uma das principais da capital mineira, até a Praça Sete. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp A concentração da passeata foi na Rua Guajajaras, na entrada da Feira Hippie, às 10h. Mais de 50 pessoas participaram da manifestação. Outras capitais do país, como São Paulo, Florianópolis e Vitória, também realizaram atos pedindo agilidade nas investigações do caso Orelha neste domingo (1°). Relembre o caso do cão Orelha Orelha morreu após ser agredido em 4 de janeiro. Ele era um cão comunitário que recebia cuidados de vários moradores na Praia Brava, bairro turístico e nobre de Florianópolis. O animal foi encontrado agonizando por pessoas que estavam no local. Inicialmente, a Polícia Civil investigava um grupo de quatro adolescentes suspeitos de ter agredido o cachorro. Contudo, na última sexta-feira (30), o um deles foi descartado da autoria após o inquérito concluir que ele não tinha envolvimento com os maus-tratos ao animal. Os demais adolescentes serão ouvidos na próxima semana, acompanhados de um responsável legal, como determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e na presença de um advogado, caso desejem. A data das oitivas ainda será marcada. ➡️ Os nomes, idades e localização dos suspeitos de atacar Orelha não foram divulgados pela investigação, tendo em vista que o ECA prevê sigilo absoluto nos procedimentos envolvendo pessoas abaixo de 18 anos. LEIA TAMBÉM: Como cão que teve patas decepadas em MG inspirou lei contra maus-tratos a animais Idoso e dócil: quem era Orelha, cão comunitário morto após agressões em SC; suspeitos são adolescentes Caso cão Orelha mobiliza manifestações em Florianópolis e em várias cidades do Brasil Cão Orelha: quais os próximos passos da investigação após volta de adolescentes suspeitos ao Brasil Infográfico - morte do cão Orelha Arte g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Vídeos mais vistos do g1 Minas: