Ambulatório Trans do DF oferece acolhimento e serviços especializados e gratuitos
Bandeira trans Reprodução | Shutterstock O Ambulatório de Diversidade de Gênero oferece assistência à saúde para pessoas trans e travestis no Distrito Fe...
Bandeira trans Reprodução | Shutterstock O Ambulatório de Diversidade de Gênero oferece assistência à saúde para pessoas trans e travestis no Distrito Federal. O objetivo do Ambulatório Trans tem como princípios o direito à cidadania e a despatologização das identidades e expressões de gênero. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 no WhatsApp. O atendimento é realizado de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h às 19h, na EQS SUL 508/509, na Asa Sul. Para marcar consultas de retorno, é necessário comparecer pessoalmente no ambulatório nos horários das 7h às 12h e das 13h às 18h. 👉 Serviços oferecidos: Sala de acolhimento para identificação da demanda; Grupo de Entrada do Ambulatório com equipe multiprofissional; Encaminhamento a demandas personalizadas; Construção compartilhada do Projeto Terapêutico Singular (PTS). 👉 Requisitos e documentos: Atendimento para adultos acima de 18 anos completos; É necessário apresentar documento de identificação oficial com foto e/ou cartão do SUS. ☎️ O telefone para contato é (61) 3242-3559. Mortes no Brasil Um dossiê, divulgado nessa segunda-feira (26) pela Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), revela que, pelo menos, 80 pessoas trans e travestis foram assassinadas no Brasil em 2025. O número apresenta uma queda de 34,4% em relação às 122 mortes contabilizadas em 2024. Apesar disso, segundo a Antra, o estudo mantém o Brasil pelo 17º ano consecutivo como país mais perigoso para a população trans em todo o mundo. 👉 De acordo com o dossiê, a vítima mais nova tinha 13 anos. 👉 O perfil das vítimas é majoritariamente de "jovens trans negras, empobrecidas, nordestinas e assassinadas em espaços públicos, com requintes de crueldade". 👉 Ceará e Minas Gerais registraram o maior número de mortes: 8 em cada estado. Número de assassinatos por estado 77 foram contra travestis e mulheres trans/transexuais 3 contra homens trans e pessoas transmasculinas Veja os números de mortes em cada estado e no Distrito Federal, segundo a Antra: Minas Gerais e Ceará: 8 casos cada Bahia e Pernambuco: 7 casos cada Maranhão, Pará e Goiás: 5 casos cada Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte e São Paulo: 4 casos Mato Grosso e Rio de Janeiro: 3 casos Piauí e Rio Grande do Sul: 4 casos cada Alagoas, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul: 3 casos cada Amazonas, Amapá, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Sergipe: 1 caso cada Acre, Piauí, Rondônia, Tocantins e Roraima: não foram encontrados registros Veja o perfil das vítimas, segundo o dossiê Jovens trans entre 13 e 29 anos Pessoas empobrecidas, em contexto de alta vulnerabilidade social, que utilizam o trabalho sexual como fonte primária ou secundária de renda; Dentre os 57 casos em que foi possível determinar a raça/cor das vítimas, 70% eram pessoas trans negras. "Muitos crimes acontecem em espaços públicos, com uso de extrema violência, revelando a combinação de transfobia, racismo e desigualdade social como motores centrais dessas mortes", diz Bruna Benevides. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.